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Violência contra a mulher foi debatida na Assembleia

Assessoria de Imprensa - 12/11/2019 - 15h09min

“Hoje debatemos o crescimento da violência contra a mulher será debatido durante a audiência pública “Feminicídio, Violência Doméstica e os Aspectos Sociais nas Vítimas Indiretas”, no plenarinho da Assembleia Legislativa do Paraná, nesta manhã (12/11)”, disse a Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Assembleia Legislativa do Paraná, deputada cantora Mara Lima (PSC).

O debate trouxe números alarmantes. Só no primeiro semestre de 2019, são 400 processos em andamento de casos de feminicídio. O Estado do Paraná registra, em média, um caso de violência contra a mulher a cada 24 minutos.

Dados da Secretaria de Segurança Pública do Paraná mostram que no primeiro semestre deste ano foram registrados, em todo o estado, 38 feminicídios. Apesar de registrar uma queda nos casos de homicídios, que passaram de 184 para 146 (uma redução de 20,7%) os casos de feminicídio teve expressivo aumento de 48,8%, passando de 41 para 61 casos.

Mas o que fazer com os filhos das vítimas? O que acontece com eles? Também falamos sobre o assunto. Em um desabafo o Senhor Gilberto Quintilhano, Presidente do Instituto Alice Quintilhano, deu seu depoimento de como é ser um sobrevivente ao feminicídio, com apenas 1 ano e 7 meses. A dor de ser criado sem a mãe, as marcas que ficaram na alma até vencer o alcoolismo e fundar o Instituto que leva o nome de sua mãe: Alice Quintilhano.

Entre as palestrantes estão: a promotora de Justiça do Ministério Público do Paraná (MP/PR), Mariana Seifert Bazzo; a representante da assessoria de Direitos Humanos e Políticas para as Mulheres da Prefeitura de Curitiba, Gleri Bahia Mangger; a bancária e integrante do Sindicato dos Bancários de Curitiba, Cristiane Zacarias; o doutor e mestre em Ciências da Religião, professor Uipirangi Câmara; a ex-presidente do Grupo União e Consciência Negra do Paraná, Dalzira Maria Aparecida; a diretora jurídica do Instituto Alice Quintilhano e diretora Social e de Interiorização da Comissão de Advogados Iniciantes da OAB/Paraná, Gessika Cristiane Bonetto e a psicóloga e diretora Psicossocial do Instituto Alice Quintilhano, Claudia Aline Alves.